TUMBLR

sábado, 13 de outubro de 2012

Nestes últimos tempos tenho vindo a notar um conjunto de pessoas mesquinhas. Influenciáveis. Hipócritas. Eu sei que a felicidade traz inveja, mas cada um tem nas mãos a oportunidade de ser feliz. Gostava que esse tal conjunto de pessoas a agarrasse. Mas que não agarrasse pelos outros, que não se juntassem a alguém porque os outros têm alguém. Eu onheço um namoro. Ou um quase namoro. Considero-o de plástico e não é, de todo, por ser resistente. Um namoro tem de ser de diamante, tem de ser lindo e inquebrável. Não pode haver obrigação, mas sim paixão. No olhar. Tem de haver fugor nos beijos e ausência de vergonha no corpo. A cumplicidade ganha-se, mas de início também tem de lá estar. Esse namoro de plástico é o que finge, é aquele que existe só para poderem dizer que existe e essa não é a essência de felicidade... Para ninguém. De que é que vale dizer O meu namorado, se vêem ali um mero conhecido? Um rapaz normal que até é um bom conversador, quiçá apaixonadíssimo por vocês, mas não é Aquele, o que desperta as borboletas no estômago e a inquietude na mãos? De nada, digo-vos eu... Não sou ninguém e sei que essas pessoas não irão ler este texto, mas gostava que soubessem ser felizes em vez de tentarem copiar a felicidade de outra pessoa. Eu não desejo mal às pessoas mesquinhas e invejosas, desejo que encontrem alguém, como eu tive a sorte de encontrar e consigam ser quem os outros querem copiar. E ser assim. Eu gostava que elas fossem felizes...

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