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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Tenho saudades tuas. Mal saíste do pé de mim e já te procuro em tudo quanto vejo. Recordo o teu odor, sinto-te nos meus lençóis, os teus jeitos ainda cá estão. Hoje quando for dormir, certamente estarei muito mais confortável neste vale em que tu mergulhaste. Sempre que chegas corro à porta. Sinto-te chegar, mesmo que o meu telemóvel resolva adormecer... Vou à janela e lá estás tu. A chegar. Apressei-me a abrir-te a porta e ansiei por que entrasses. Queria beijar-te, agarrar-te, abraçar-te... Sentir-te perto de mim, depois de uma noite em que não dormi nada. Não que tenha uma razão, que seja algo a ver contigo. Talvez seja comigo ou com ninguém... Sei que me fez mesmo muito bem ter-te aqui. Sei que por mim, seria sempre assim. Só Nós. Mas sei também que muito tarde ou talvez nunca será assim, e por isso espero. Numa espera incessante que voltes aqui e me beijes. Como hoje de manhã... 

Psst, amo-te pequenino!

sexta-feira, 29 de março de 2013

Foge comigo

Sinto os nossos dias longe. Não sei se é por saber que não se repetirão, mas já nem me imagino mais lá. Cheiro a camisola. Cheira àquele quarto, ao nosso cantinho... Mas nem por isso fico mais lá. Prometemos que voltaríamos e revisitaríamos todos os lugares por que passámos. Na semana passada, por esta hora, estava eu a cair desamparada no meio do gelo, pegaste em mim e levaste-me para casa por entre todas as lágrimas que pela minha cara escorriam. Fico incomodada pela forma nítida de que me lembro de tudo e ao mesmo tempo a perspetiva distante a que tudo me parece. Parece mesmo que não estive lá. Que nunca deixei Portugal e nunca vivi aqueles dias de sonho. Parece que as lembranças não passam de um sonho e as marcas... Sugiram. Só isso. Ou tudo isso. Ouço músicas que me transportam, relembro cheiros e sabores, mas faltas-me tu. Tu que estás longe. Tu que és meu e a prova de aquela semana aconteceu. Há uma semana eu era feliz e agora sou só eu. Quero-te, mas quero-te muito! Volta para aqui. Vamos voltar para lá... Foge comigo.

terça-feira, 26 de março de 2013

É só início.

    A semana das nossas vidas, assim lhe podemos chamar. Houve de tudo como se esperava, mas o que não faltou mesmo foi Amor. Transbordávamos amor e felicidade a par de toda a diversão que nos rodeava. Criámos o nosso Mundo dentro de um cantinho, nada era grande, mas sim suficiente. 24 horas sob 24 horas, foi assim a nossa semana juntos. Onde um estava, o outro para lá se dirigia ou então tínhamo-lo feito juntos. A noite. Adormecia no teu ombro e acordava contigo a abraçar-me, enquanto me dizias "Bom dia, princesa". Ficávamos até ás quatro da manhã a comer Chocapitos e quando ficavas mal disposto, eu ficava a ver-te dormir e a dar-te festinhas. Decidíamos o que fazer ao longo do dia e quando não tínhamos nada para fazer... Bem, nesses momentos o tempo era nosso. Todo nosso... Deixarmo-nos era impensável e proteger-nos, uma missão. Transformámos estes setes dias nos melhores que poderíamos ter vivido e não há lugar para arrependimentos. Só vontade de voltar àquele quarto, àquela neve, àquele autocarro, àquela cama onde juntos, agarrados, abraçados um contra o outro, fomos o casal mais feliz do Mundo! Restam as memórias, as fotografias, os sons, os cheiros e as prendas. Resta-nos esperar pelo resto da história porque isto foi só o início...

quarta-feira, 6 de março de 2013

 Somos feitos de sonhos. Criados à sua margem. Empurrados, impulsionados e pressionados contra eles. Amamo-los, a eles e a tudo o que temos por viver até os atingir. Um por um. Sabemos que não estamos aqui de ânimo leve e que conforme o tempo passa, nós passamos com ele. Sabemos que o futuro acabará por chegar e com ele a hora. Chegará a hora. A motivação vai estar nos píncaros e nós, juntos, vamos ceder. Ceder à felicidade, a  todos os sorrisos e às lágrimas também. As lágrimas descem pelo nosso rosto e ao par delas, o tempo passa. De repente, já lá vão nove meses e mais, muito mais do que nove desejos. E meio. Podemos não saber para onde vamos, mas sabemos que chão pisamos e esse, é seguro pela presença certa do outro. Do Amor. Sei que me Amas e isso, por cima de tudo, faz-me continuar a acreditar em todos os sonhos, nos nossos desejos. Desejo-te muito... Volta para o pé de mim.

domingo, 3 de março de 2013

Estava bem. Estávamos bem. Sentia-nos tão perto... Contra mim. Sabia que me esperavas como se a tua felicidade dependesse disso. Estavas quase a ir, o tempo urgia e eu sem conseguir chegar a ti... Ainda passei pelo computador porque uma das minhas poucas amigas poderia querer falar comigo. Não estava nenhuma em linha e caí na tentação. Fui onde não deveria ter ido e lá estavas tu. Feliz com os teus velhos amigos. A demonstrar a tua faceta que parecia ter desaparecido. Chateei-me comigo mesma por ser assim tão eu... Não quero que te aproximes daquela tentação, não quero. Chateei-me contigo também e a vontade de destruir tudo o que me aparecesse pela frente crescia a cada segundo que por mim corria. Lembrava-me de cada detalhe daqueles dias, cada pormenor percorria-me o engenho e acabava transformado em lágrimas... Não queria nada daquilo para mim, não outra vez. A  minha casa já não era forte e não aguentava mais do mesmo... Saí. Estava escuro, tal e qual a minha alma. Quase de luto, chorei enquanto chovia e talvez por isso, ninguém tenha notado. Estou sozinha e assim ficarei. Não aguento mais

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

5:49 a.m.
Devia estar a estudar Matemática por esta hora... Devia. Mas a invés disso, estou aqui sentada à secretária, com o candeeiro pequenino aceso, com todas as dúvidas no ar, a ouvir chover e, de quando em vez, trovejar. Não sei o que será melhor para ti e isso corrói-me a existência. Sinto que que te destruo. Mais a cada dia que passa. E que quanto mais meu te tornas, menos teu tu és. Sei que em certa parte te obriguei a mudar, sei. E reconheço. Mas reconheço também que talvez esteja na hora de parar. Parar de ser autoritária e quase narcisista. Parar de ser eu para tu poderes ser tu. O problema está que com estes 9 meses, já ambos deixámos de ser nós. É assim a vida. Talvez a solução do problema seja mesmo deixarmos de ser Nós e voltarmos a ser eu, aqui, e tu, aí. Ou ali. Não era uma hipótese, mas enquanto os vocábulos da minha caneta saem percebo que talvez seja o melhor para o miúdo por quem me apaixonei. O fim da história. O fim da linha, da estrada... O fim. E quem é que quer agora desistir e resignar-se enquanto Ama? Ninguém que Ame realmente. Ou pelo menos, nenhum de Nós. Enquanto tu não sabes lidar com os meus medos, eu não consigo aceitar a tua despreocupação. Tu não percebes por que razão choro eu tanto e eu não entendo como podes tu não chorar. Paradoxos. Somos feitos deles, criados à sua medida até. Certo é que lidar com eles não tem sido fácil, pelo contrário, cada vez mais difícil. E eu luto, na esperança que não tenhamos um fim. Para que tudo ultrapassemos. Para que não nasçam mais problemas, mas floresçam as felicidades completas e repletas. Preciso de segurança... Preciso de ti. Amo-te

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Voltei. Senti que por aqui fazia falta. Senti saudades de por aqui andar... Sei que raramente aqui vens, que raramente me lês, mas sinto-me bem em falar connosco. Sinto-nos mais perto, mais próximos, mais Nós. Há ocasiões em que te sinto tão distante de Nós, de mim... Luto para que me reencontres e voltes a lembrar-te o porquê de outrem me teres Amado tanto. Mas há relações, há cumplicidades e confianças que nos ultrapassam. Perdemo-nos em Nós mesmos e tenho medo que não voltemos a reencontrarmo-nos. Estou exausta, estou cansada, sinto-me sozinha... Lembro-me do Verão e desabo. Desculpa, meu Amor, mas eu não sou tão forte como pensávamos que seria... Desculpa.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

♥♥♥♥♥♥♥♥

Parece que foi ontem que aqui cheguei, que me abriste as portas de tua casa e me deixaste ir entrando. Parece que foi ontem e já lá vão oito meses. Oito meses completos, repletos, cheios de Nós. Com orgulho, emoção, lágrimas, sorrisos, adrenalina, perigo, medo, saudade, cumplicidade, confiança, Amor... Oito meses em que pegaste em mim menina e tornaste uma mulher, nunca me deixando um segundo que fosse sozinha. Aprendi e ensinei. Ensinaste-me. Ensinaste-me a confiar, a gostar de futsal, de Linkin Park, de Pappa Roach... Ensinaste-me a ser cuidadosa, menos intempestiva e a dar valor aos momentos a dois. Fizeste-me chorar por me lembrar de um momento e rir só por te ouvir falar... Reúnes em ti todas as características que faltavam em mim. És a minha metade e eu sei, sei que só se Ama uma vez na vida. Sei, com toda a certeza, que chegou a minha vez de (te) Amar. E se é agora, é para sempre. Como há uns meses prometemos... Porque como tu dizes estou uma mulherzinha. Parabéns a Nós, Meu Amor!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

New year!

Estou triste. Não te nego. Gostava de começar este novo ano ao teu lado. E de terminar o Nosso ano também contigo. Estás longe e mais do que isso distante. Sei que se não estou contigo, não é por tua culpa, mas também é certo que me sinto mal por teres partido sozinho para outras paragens. Estou magoada e mais do que isso, sinto.me ferida. Espero só que tenhamos um ano ainda melhor que este, se for possível. Por outro lado, nessa impossibilidade, espero que seja pelo menos tão bom. Fica comigo. Este ano e para sempre, sim? Faz de mim a tua casa, toma conta de mim, trata de Nós... Eu prometo, ficarei por aqui, á tua espera, como sempre. Amo-te, meu Amor em todos os anos da nossa vida!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Não percebo que espécie de abismo se criou entre Nós. É difícil, para não dizer impossível, esquecer o que aconteceu e sempre que te sinto mais distante, desabo. Choro horas seguidas sem conseguir trazer-te para perto de mim. Não consigo entender como é que Ela teve a capacidade de entrar assim em Nós... Tu deixaste. Deste-lhe espaço e fizeste tudo o que sempre te pedi para evitares. Para não a fazeres sofrer há 4 meses, fazes-me sofrer hoje a mim. Sofrimento contínuo e desgastante, o qual eu mesma ponho em questão não ultrapassar. Tinha em mim todas as certezas do Mundo e saberia exatamente quando tudo aconteceria e hoje já não. Voou tudo de mim, talvez com a força das lágrimas que teimavam em molhar o papel. Nunca fui muito de demonstrar sentimentos até apareceres tu e tomares conta da minha vida. Nunca ta escondi e ainda hoje faço questão que a leias como se de um livro se tratasse... Apesar de sofrer, chorar e passar noites sobressaltada, faço questão que Nos conheças. Estou triste. Estou perdida. Mas o que me magoa mesmo é o facto de não estares a tentar recuperar-me. De estares simplesmente a deixar-me ir... E eu vou indo, na esperança que me puxes para trás. Nos agarres. Me empurres para ti e garantas que não passou de um pesadelo... Que faças como naquela tarde em que me puxaste  mochila e me fizeste andar lado a lado contigo. Para que possamos continuar em direção ao Nosso futuro. Que era tão certo...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Provei, em poucos dias, a felicidade e a desilusão mais amarga com que poderia alguma vez ter sonhado. Não esperava que me invadisses o dia com todas aquelas folhas, papéis, caixas e surpresas, é certo. E por isso chorei. Chorei de felicidade, mas fundamentalmente de orgulho. Orgulho no Homem que estavas a tornar-te, no Homem que já ali tinha à minha frente. Li e reli aqueles textos, ao lado do Nosso menino. Chorei agarrada a ele por supostamente não te merecer. Queria ideias, queria novidades, saciava por te fazer também eu uma surpresa, até ao dia. Até ao dia em que o meu Mundo caiu e eu não tive forças para o segurar. Sempre tive este defeito, o de procurar até encontrar. Sou masoquista, tenho de ver todos os pormenores, sofrer tudo, até à última. Mas desta vez, desta vez foi demasiado para aguentar de uma única tentativa. Li e reli a conversa e só me perguntava afinal, onde é que eu me encaixava durante aquele tempo da tua vida. Não obtive resposta, nem com todas as horas passadas ao telefone, ou a falar por mensagens... Em que chorámos, gritámos e relatámos, vez após vez todos os erros cometidos. Estou fora de mim, qual Álvaro de Campos a escrever com febre e quem me dera a mim, fosse de um heterónimo meu esta história. Mas não é. É bem real. É a minha realidade. Princesa, Linda, Especial, foto, mãos, dedos entrelaçados... Eu não aguento. Quero morrer. Por favor, alguém me traga uma corda, das fortes, alguém me traga uma rede paradoxal para me afogar em tantas mentiras, pois a opostos já estou eu habituada... Tragam-me a corda e deixem-me sozinha! Deixem-me, pelo menos, ir embora em paz. Feri o meu orgulho, que eras tu. Mais assertivamente, o meu orgulho feriu-me a alma. Sem dó, nem piedade. E as pessoas não mudam, nem se transfiguram... As pessoas revelam-se! Quem faz uma, não faz obrigatoriamente duas. Mas quem faz dez, com certeza fará onze. E aguardo para que não haja próximas e possa permanece na esperança da primeira oração. Acredito no teu arrependimento, não confio é na minha escassa capacidade de perdoar. Sei perfeitamente que sempre que me lembrar, terei uma recaída e também Nós caíremos. Tragam-me a corda! Tirem-me este peso de cima... Eu não quero viver sem uma vida. Mas viver com ela dói, magoa, incapacita a psique e sobrevaloriza o coração. Ele não sabe o que diz! Faz escolhas e não acarta as consequências, portanto tragam-me é uma pistola para o matar a ele. O coração é o culpado. O coração e tu que o levaste para esses caminhos de menino apaixonado. Que o conquistaste e à primeira oportunidade o descartaste, por isso vai. Leva-o de mim. Vão-se os dois embora e deixem-me sozinha. Agora sim, tragam-me a corda...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Obrigada por estes dois dias... Por os teres tornado nos melhores da minha vida! Com tempo escreverei para ti e abrir-te-ei todo o meu coração... Por hoje, apenas digo, provaste ser o Homem a minha vida.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

♥♥♥♥♥♥

O orgulho enche-me o coração e empurra as lágrimas para um caminho sem retorno. Desta vez são de felicidade, mas ao longo de meio ano, destes seis meses, correram também de tristeza, desespero e desilusão... É, ambos sabíamos para o que íamos e o que nos esperava. Sabíamos que poderíamos esperar tudo pois, ao sermos feitos um para o outro o tudo seria sempre muito pouco. Sorrisos, símbolos, vídeos, músicas... Dias. Manhãs. Tardes. Noites. Seis. Vinte e um. Tu sabes e eu sei. Conhecemo-nos e sabemo-nos de cor. A verdade é que estamos juntos há seis dias iguais, mas que não é surpresa alguma, para ninguém... De certa forma esperávamos ser o porto seguro e atracar. Atracámos, afundámos, por aqui ficámos... E ficaremos. Porque nenhum de nós daqui quererá sair. Nem agora, nem daqui a diante. porque é sempre a somar... Sorrisos. Vitóris. Viva Nós, meu Homem. Parabéns aNós (':

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Todos os dias me lembro das horas que passámos aqui juntos. Estava frio lá fora, mas para os nossos corpos, nunca estivera tão quente. Tão bem... Era já uma rotina. Chegavas e dizias que estavas à porta. Eu ia a correr para não te fazer esperar e quando entravas dizias Com licença, achava delicioso esse teu jeito de menino e ao mesmo tempo homem. Do meu homem. Já conhecias a casa e sabias onde era o meu quarto. Foram horas em conjuntos de dias, perfeitas. Foi Amar desmedidamente enquanto ouvíamos a televisão, enquanto chovia lá fora. Sabia que não se repetiria rapidamente e, por isso, desejava que permanecêssemos aqui por um tempo indeterminado. Mas não ficámos e desde esse último dia, desde a última vez que daqui saímos juntos que anseio pela tua reentrada. Que espero por aquele calor... Que espero por Nós. Aqui. Juntos.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Estagnei no tempo.

sábado, 3 de novembro de 2012

Percebi hoje a sorte que tenho. A sorte que tenho ao ter-te como namorado e a sorte que vou ter quando estivermos 24 horas por dia juntos. Sete dias vai ser a duração dessa sorte. Talvez por ter começado hoje a pensar e concretizar mais, me tenha apercebido de que serão só os melhores dias das nossas vidas... Acordar contigo como em qualquer sonho Nosso, fazer o Nosso pequeno almoço, sair de casa contigo e passear... Passear muito! Rir-me por qualquer idiotice que tenhas dito e mesmo quando nos chatearmos saber que te tenho ali.  Saber que no final do dia não teremos de nos separar. Não teremos de voltar para casa, mas que podemos sim, ir juntos para a Nossa casa. Expectativa, ansiedade, nervoso miudinho... Cinco meses. Faltam cinco meses para vivermos no Nosso paraíso. É por isso que espero e anseio com todo o Amor do Mundo no meu coração. Todo o amor de mim para ti.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Acordei com a persistência da chuva em fazer barulho e procurei-te por entres os lençóis. Ainda não te tinha visto, mas sentia-te ali... O teu calor não me enganava e o teu mau dormir também não. Sabia que algures naquela cama hostil estaria o Amor da minha vida. Não foi difícil encontrar-te e quando te vi, estavas a sorrir para mim. Estavas com aquela cara, aquela de quem esteve horas a contemplar-me num silêncio profundo, à espera que por qualquer telepatia ou até mesmo milagre, eu acordasse. E por fim, acordei. Sabia que nada no Mundo iria incomodar-nos. Nem a chuva... Essa que caía incessantemente. Ignorávamo-la. Queria sentir-te mais perto, queria abraçar-te, mas não conseguia... De repente reparei que nenhum dos dois tinha ousado falar e quis ser a primeira a fazê-lo. Tentei, mas sem sucesso. Continuavas como que nada incomodado a sorrir-me e eu numa tremenda revolta a tentar mexer-me, desamarrar-me daquela paralisia... Até que percebi. Não passávamos de um sonho. Aquele cenário de manhã gélida e corações ao alto. Quentinhos... Era só um Sonho. Acordei, triste. Corri para a cozinha, mas estava sozinha em casa. De repente lembrei-me que um dia o Sonho tornaria-se real. Sorri e voltei para a cama. Estava frio e não queria sentir-me sozinha...

domingo, 28 de outubro de 2012

Estou presa a ti. Amarrada. Colada. Entrelaçada. Não sei perder-te, nem quero aprender. Sei que relações são difíceis de manter. Disseram-me... Parece que por muito que se queira, é difícil, muito difícil, manter uma relação durante anos... Agarro-me à esperança e ao destino. Sei que estão do Nosso lado. Estão todos. Dizem que quando tem de dar certo, até os ventos sopram a favor, mas nós fazemos com que o façam. Trabalhamos para isso. Não esperamos os milagres, concretizamos os sonhos. Os Nossos. E vamos sendo felizes... Vamos fazendo o Amor como Ele gosta de ser feito. Porque é assim que tem de ser...

domingo, 21 de outubro de 2012

Prometi que ia lutar por Nós. Prometi que não te arrependerias de ter vindo para aqui. Para o pé de mim. Prometi, e cumpro. Cumprimos os dois, em direção ao Nosso futuro. Não mais nos deixámos, é o destino que nos une e jamais iremos contra ele. És o amor da minha vida, enche-me o coração ouvir-te proferir todos os vocábulos direcionados ao meu coração... Não mais precisamos de vocábulos. Chegam os olhares, os sorrisos e a cumplicidade que até os outros já denotam. Mostramos-lhes que sempre vale a pena tentar, mostramos todos os dias que baixar os braços não é opção e sei que têm aprendido connosco, do alto do nosso pedestral. Somos simples. Não temos medo e temos segredos, para os outros. Eles não sabem, nem saberão o que nos faz tão unidos, mas eu digo-te, és o Único que eu continuo a querer abraçar, dar um beijinho de Boa noite e casar... Amo-te, cinco vezes mais do que no princípio. Pois, hoje é o Nosso dia e passados cinco meses, marcaste-me seis golos. Seis. Um para o mês que vem. Porque no mês que vem, cá estaremos... Um passo mais próximos do futuro. A amarmo-nos cada vez mais. Amo-te!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Olha para a Lua... Já viste como está bonita? Como o nosso amor. Oh, eu sei... Passo a vida a falar deles. É o orgulho. Quando os medos me assaltam, lembro-me desse tal orgulho e sou forte. Fomos feitos um para o outro. Prendo-me a todas estas promessas e sorrio. Também choro às vezes. Tu sabes... É o medo de perder que toma conta de mim. De te perder a ti e ao nosso amor... O nosso amor é o que trago. Para onde quer que vá, ele vai comigo. Como se também tu me seguisses. O teu sorriso é o mais bonito do Mundo. Tu és o melhor namorado do Mundo. Quem eu mais amo... E é isto. Somos nós