1 a.m.
O toque do meu telefone soou. Sorri ao ver a tua fotografia no ecrã. Não a nossa, mas a tua. Aquela que me avisa quando és tu quem faz o meu telefone tocar. Atendi o mais rápido que consegui e ouvi Amor, não sorri como de costume. Apenas respondi com uma rouquidão acentuada e uma voz trémula Olá. Sabia o motivo porque me estavas a telefonar... A minha insegurança obrigara-te a tranquilizar-me, mas ainda bem que assim foi. Oh, foi tão bom falar contigo enquanto observava o céu ! Esse ninguém nos tira ! Nem o nosso amor. Disseste tu com um sorriso nos lábios, palpito eu. E de repente do alto do céu, lá bem do cimo, de onde cresce o nosso amor... Saltou uma estrela cadente. Pedi um desejo e sorri. Assim que te contasse , adivinharias o meu desejo e do alto da minha felicidade disse Passou uma estrela cadente... Tu só disseste E escolhetes bem o desejo ? Não vejo uma há imenso tempo... Mas sabes ? Foi a primeira vez que vislumbrei tal fenómeno. Tão rápido e paradoxal pela serenidade que transmite... Tinha luz própria e passou a ser a nossa estrela com o nosso desejo. Não digas a ninguém... Eu amo-te !

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