Tento todos os dias escrever-te. De certa forma, desabafar por entre os meus vocábulos que não lês, amenizar a dor que não és tu quem sente. Sei que acabarás por encontrar estas palavras e que perceberás a angústia que por aqui tem passado. Tens facilitado, oferecido ajuda e agradeço-te pela compreensão e paciência que reservas para mim. Sei agora que ultrapassaremos as adversidades pois Juntos somos mais fortes, contudo, sei também que que fácil não será e que por entre uma lágrima e outra passa-nos pela cabeça a desistência, deixamos que a dor nos assuma e só de imaginar que nos pode vencer... Morro por dentro. Tenho saudades, claro e a minha vida anda alvoraçada, não sei mais o que fazer para me tranquilizar! Só para meados de Setembro, não é? Oh, então que seja. Eu por aqui fico a escrever-te com todo o meu amor que reservo para ti...
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