TUMBLR

quarta-feira, 24 de junho de 2015

É verdade, acho que andamos todos numa fona à espera que o tempo se decida a correr e acabe com isto de vez. Acho que já nem anseamos pelas boas notas, nem estômago temos para estudarmos para isso. A sensação que tenho é que estamos todos mais ou menos sentados confortavelmente à espera que as notas venham e isto passe. Amanhã vai passar e o que me assusta é precisamente o fim. É que para o bem e para o mal, vai tudo acabar. Pode correr bem ou pode correr mal, pode correr mais ou menos ou posso nem saber como correu. O que mais me assusta é não saber. Não saber ao que vou, não saber fazer a maioria dos exercícios, não saber fazer as coisas sem as ter visto resolvidas antes. Amanhã é um dia mais ou menos fins. Vou ter de me despedir do Paulo porque ele vai lá para aquele sítio de que te falei jogar até Domingo. Não tenho a certeza de que consiga ir lá, adorava surpreendê-lo e ir até lá, mas é tudo tão complicado... Não quero chumbar, não o quero desiludir. Não quero ir a sítio nenhum. Ou melhor, quero voltar para o sítio para onde fui há uma semana, quero não ter preocupações e repousar na piscina, na cama, no sofá... Quero férias, mas não quero umas férias quaisquer. Aliás, acho que nunca tive o meu cérebro tão cheio, nunca pensei em tantas coisas ao mesmo tempo. Quero levá-lo comigo de férias, mesmo que ele diga que não se importe por não ir. Ajuda-me. Disparate, eu sei que não me podes ajudar, mas preciso que alguém me ajude a perceber o que posso fazer para resolver todos os problemas de uma vez. Sem que eles acabem para o bem e para o mal porque isso, é o pior que me podem fazer. 
Hoje tinha mesmo de vir aqui escrever. Dei conta que sempre que o fazia, o exame do dia seguinte corria-me razoavelmente bem. Tenho quase a certeza que na véspera do exame de Estatística não vim aqui. Levo-te como um amuleto. Levo-te sempre comigo até porque há pessoas que não me permitem esquecer-te. Adoro-te. Deseja-me sorte, miúda

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